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Saiba Como Lidar com a Ansiedade na Gravidez

Quer aprender sobre como lidar com a ansiedade na Gravidez? Saiba se é prejudicial ao bebê, como identificar crises e o que fazer para evitá-las.

Pode prejudicar o bebê?

Sim, pode prejudicar tanto o bebê como a mãe. Qualquer sentimento que a mãe venha a sentir, seja depressão, estresse, alegria, medo, o bebê também estará sentindo indiretamente, interferindo no seu desenvolvimento.

Conheça os sintomas

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Identificando uma Crise de ansiedade na gravidez

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Necessito tomar chá, remédios naturais, medicamentos?

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Como lidar com a ansiedade na gravidez e o que fazer?

Como controlar

Quer se aprofundar mais no assunto? Se você sempre foi muita ansiosa antes da gravidez, e durante ela esse transtorno está

Todos nós já sentimos o impacto da ansiedade nas nossas vidas. É difícil não sentir ansiedade ao se dar conta de que em poucos meses o nascimento de um filho está prestes a chegar, principalmente se for o primeiro.

Então embora a ansiedade geralmente não seja agradável, tanto a ansiedade quanto o medo podem ser muito úteis nas nossas vidas. O problema surge quando a ansiedade é muito intensa, irrealista e prolongada. Quando a reação de ansiedade é desproporcional à sua causa, Isso pode atrapalhar a pessoa a viver a sua vida.

Os transtornos de ansiedade são de longe os transtornos mais comuns de serem observados no mundo todo, prejudicando cerca de 7% da população mundial. Na psicologia, medo e ansiedade são consideradas duas coisas diferentes.

O medo é uma emoção negativa e aguda diante de uma ameaça percebida no presente imediato. Já a ansiedade costuma ser uma reação também negativa, mas mais longa, diante da percepção de risco em uma situação futura, e não na situação na qual o indivíduo se encontra imediatamente. O medo está ligado ao presente, a ansiedade está ligada ao futuro.

De acordo com a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, mais conhecido como DSM, existem 7 tipos diferentes de transtornos de ansiedade.

Todos os transtornos de ansiedade envolvem em algum nível sintomas cognitivos, como por exemplo, receio de perder o controle ou ter algum dano, sintomas emocionais como ficar nervoso, assustado ou apreensivo, e sintomas comportamentais, como agitação física ou “evitação” de situações ameaçadoras.

Muitas vezes, é difícil diferenciar a ansiedade que todas as pessoas vivenciam regularmente da ansiedade que alguém diagnosticado com um transtorno de ansiedade vivencia. Não existe uma divisão clara e indiscutível entre o que é uma ansiedade normal e uma anormal. O que fazemos diante dessa grande dificuldade é adotar critérios de uma maneira inteligente para concluir se a ansiedade de alguém atinge níveis extremos e prejudiciais. Assim como outros transtornos mentais, os transtornos de ansiedade tem diversas causas possíveis.

Os genes, a cultura, as interações sociais, eventos traumáticos e o uso de substâncias tais como drogas são algumas das influencias mais importantes. Alguns psicólogos acreditam que apesar de poder gerar tantas consequências negativas para nós hoje em dia, a ansiedade foi e ainda é essencial para nossa sobrevivência. A ansiedade funciona como um mecanismo de proteção que nos torna mais atentos à possíveis futuras ameaças e nos permite planejar nossos comportamentos para evitar situações ameaçadoras.

Quando a ameaça é real, a ansiedade pode acabar salvando a sua vida, só que nossa imaginação nos permite perceber ameaças que não são realistas ou prováveis de se concretizarem. Nossa capacidade de formular cenários mentais alternativos sobre o futuro é ao mesmo tempo nossa dádiva e nossa maldição enquanto seres humanos, já que às vezes essa capacidade se vira contra nós mesmos ao invés de apenas nos proteger.

No contexto dos transtornos de ansiedade, o perigo frequentemente não existe enquanto um fato objetivo e inquestionável, mas sim enquanto uma criação distorcida da mente ao tentarmos entender o que irá acontecer. Existem diferentes tratamentos para cada um dos tipos de transtornos de ansiedade que demonstraram uma grande efetividade em vários estudos clínicos.

Assim como no caso da depressão, o nosso principal problema não é a falta de opções de tratamentos, mas sim a falta de informação e de procura por profissionais.

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